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	<title>Comentários para Casa da Liberdade</title>
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	<description>Democracia e esquerda liberal</description>
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		<title>Comentário em Portugal e o amor à liberdade por Nuno Chaves Frota</title>
		<link>http://casadaliberdade.wordpress.com/2007/06/20/portugal-e-o-amor-a-liberdade/#comment-2</link>
		<dc:creator>Nuno Chaves Frota</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jun 2007 16:03:57 +0000</pubDate>
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		<description>É verdade, existe em Portugal um sentimento permanente de Laissez faire, laissez aller em que a ribalta ajuda a encobrir a gravidade do que é punível; os médias não parecem querer transmitir a informação mas antes a venda de jornais e espaços publicitários em prime time. Durante os anos da minha juventude em Lisboa ouvi o argumento de um país saído da ditadura...isso acabou há muito tempo. Não é preciso um Msc ou PhD &#039;s mas somente um pouco de sanidade e leitura ao fim de semana para se chegar à conclusão que Portugal entrou na CEE em 1986. Na mesma altura entrava Espanhã. Hoje, malgré nous, Espanhã é um país evoluido onde as coisas fazem sentido e as pessoas são livres, rectius responsáveis! Não é justo sequer pensar que Portugal é menos que outros..porque o povo em si é capaz. A História assim o demonstrou. Há casos paradigmáticos da vontade de vencer essa tal tecnocracia neo-salazarena ...infelizmente temo-las visto fora das fronteiras nacionais, entre ilustres do MIT a MBA&#039;s por Harvard, passando por competentes desportistas, a políticos de gabirito internacional, etc... A liberdade é um dado teórico em Portugal porque não se sabe ser -se gente, sem os preconceitos de uma classe dirigente que funciona melhor nos corredores de Bruxelas que no Parlamento Nacional... 
Outro aspecto que sempre me atormentou foi o mérito ...mas que mérito ? Ser-se general corrupto por esferas douradas ou deixar-se cair uma ponte e fugir às responsabilidades próprias de quem as assume. É fácil tecer criticas ...mas é mais simples fugir às responsabilidades dando um maú exemplo. 
Finalmente acredito no valor português, nas pessoas ...com a direcção certa! Ser -se livre não é fazer-se o que se quer tout court, é fazer-se o que se pode dentro das regras e do respeito pelo próximo com uma visão estratégica definida ao nível não do compadrio mas da sensatez e honestidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade, existe em Portugal um sentimento permanente de Laissez faire, laissez aller em que a ribalta ajuda a encobrir a gravidade do que é punível; os médias não parecem querer transmitir a informação mas antes a venda de jornais e espaços publicitários em prime time. Durante os anos da minha juventude em Lisboa ouvi o argumento de um país saído da ditadura&#8230;isso acabou há muito tempo. Não é preciso um Msc ou PhD &#8217;s mas somente um pouco de sanidade e leitura ao fim de semana para se chegar à conclusão que Portugal entrou na CEE em 1986. Na mesma altura entrava Espanhã. Hoje, malgré nous, Espanhã é um país evoluido onde as coisas fazem sentido e as pessoas são livres, rectius responsáveis! Não é justo sequer pensar que Portugal é menos que outros..porque o povo em si é capaz. A História assim o demonstrou. Há casos paradigmáticos da vontade de vencer essa tal tecnocracia neo-salazarena &#8230;infelizmente temo-las visto fora das fronteiras nacionais, entre ilustres do MIT a MBA&#8217;s por Harvard, passando por competentes desportistas, a políticos de gabirito internacional, etc&#8230; A liberdade é um dado teórico em Portugal porque não se sabe ser -se gente, sem os preconceitos de uma classe dirigente que funciona melhor nos corredores de Bruxelas que no Parlamento Nacional&#8230;<br />
Outro aspecto que sempre me atormentou foi o mérito &#8230;mas que mérito ? Ser-se general corrupto por esferas douradas ou deixar-se cair uma ponte e fugir às responsabilidades próprias de quem as assume. É fácil tecer criticas &#8230;mas é mais simples fugir às responsabilidades dando um maú exemplo.<br />
Finalmente acredito no valor português, nas pessoas &#8230;com a direcção certa! Ser -se livre não é fazer-se o que se quer tout court, é fazer-se o que se pode dentro das regras e do respeito pelo próximo com uma visão estratégica definida ao nível não do compadrio mas da sensatez e honestidade.</p>
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